notícias Crítica de Sweet Sue – drama triplo desigual | filmes de drama

MVivenciando outra decepção romântica, Sue (Maggie O’Neill), de meia-idade, se prepara para reentrar no circuito de namoro, com um copo alto de vinho tinto na mão. No cenário improvável do funeral de seu irmão, ela conhece um taciturno motociclista vestido de couro chamado Ron (Tony Pitts). A ligação entre eles parece preencher o vácuo da solidão. Mas então Sue conhece o filho de Ron, Anthony (Harry Trevaldwyn), um extravagante aspirante a dançarino e influenciador de mídia social. Depois de um começo promissor, em que Sue e Anthony se unem por causa da comida tailandesa e da astrologia, Anthony decide que a odeia.

A estreia irregular de Leo Leigh (filho de Mike, e isso fica evidente na empatia espinhosa do filme por seus personagens abrasivos), Querida sue funciona melhor como o retrato de uma mulher complexa e não totalmente simpática. Onde isso falha é no relacionamento entre Sue e o cada vez mais retraído Ron, que se retira como personagem enquanto Sue e Anthony cospem insultos e lantejoulas um para o outro.

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